Pro tempo, sem temperamento.
O espaço não explica a ciência.
Paciência é um bom argumento,
Ou espaço que ganha no tempo?
Pro espaço, tem refinamento.
Constrói com tempo e cadência.
Não consigo tudo que tento,
Ou não quero o que lamento?
Com pouco tempo, o espaço não vem.
Com pouco espaço, difícil ser lento.
O espaço, em segundos, é alguém.
Uma hora infinita se passa em um vento.
Um quarto de hora nem sempre se tem.
Um quarto pequeno é um momento.
O tempo. O espaço.
Meu mundo tem pouco espaço.
O espaço. O tempo.
Meu mundo passou do tempo.
Mostrando postagens com marcador português. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador português. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 1 de março de 2012
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
O QUÊ DA VIDA
Tem vezes que a gente está bem como está.
Que dia!
Que semana!
Que mês!
Que ano!
Que vida!
Tem vezes que a gente só quer que chegue amanhã.
Que dia longo.
Que semana infinita.
Que mês complicado.
Que ano pesado.
Que vida!
Tem vezes que o amanhã precisava ser ontem.
O sol apagou.
A feira acabou.
O natal chegou.
O inverno passou.
Que vida!
E tem vezes que a gente quer as duas coisas igual.
Ao mesmo tempo. É, tempo, você não tem sido fácil.
Que dia.
Que semana.
Que mês.
Que ano.
Que vida.
Que dia!
Que semana!
Que mês!
Que ano!
Que vida!
Tem vezes que a gente só quer que chegue amanhã.
Que dia longo.
Que semana infinita.
Que mês complicado.
Que ano pesado.
Que vida!
Tem vezes que o amanhã precisava ser ontem.
O sol apagou.
A feira acabou.
O natal chegou.
O inverno passou.
Que vida!
E tem vezes que a gente quer as duas coisas igual.
Ao mesmo tempo. É, tempo, você não tem sido fácil.
Que dia.
Que semana.
Que mês.
Que ano.
Que vida.
quarta-feira, 16 de março de 2011
TRAGICÔMICO
Me assisti, era um ator,
Não mais eu - outro alguém.
Me assistia num palco,
E só eu, mais ninguém.
Mas de fato era um texto
Sem falas reais.
Era tudo um roteiro,
Não meu, mas de outrém.
Seria isso um ensaio, não a peça em cartaz?
Seria o ato de um drama ou comédia fugaz?
Será que lia nas linhas o que todos dizem?
Será que tragédia em disfarce de paz?
Não senti essa dor,
nem nunca disse amém.
Só subi no palanque
que aos modos convém.
Somente encenava,
E não chorei jamais.
Era tudo um passado,
um presente e um porém.
Quando vi, estava velho pro que ficou pra trás,
Mesmo assim, pro destino era jovem demais.
Se entre linhas sou lírico e vou sempre além,
Só, correndo, sou empírico, e assim sou capaz.
Então
Eu corri pra suar,
Pra ficar ofegante.
Eu corri pra chorar
Sem ninguém perceber.
Não corri pra lutar,
Quis ficar mais distante.
Eu corri pra escapar
Sem ninguém perceber.
Não mais eu - outro alguém.
Me assistia num palco,
E só eu, mais ninguém.
Mas de fato era um texto
Sem falas reais.
Era tudo um roteiro,
Não meu, mas de outrém.
Seria isso um ensaio, não a peça em cartaz?
Seria o ato de um drama ou comédia fugaz?
Será que lia nas linhas o que todos dizem?
Será que tragédia em disfarce de paz?
Não senti essa dor,
nem nunca disse amém.
Só subi no palanque
que aos modos convém.
Somente encenava,
E não chorei jamais.
Era tudo um passado,
um presente e um porém.
Quando vi, estava velho pro que ficou pra trás,
Mesmo assim, pro destino era jovem demais.
Se entre linhas sou lírico e vou sempre além,
Só, correndo, sou empírico, e assim sou capaz.
Então
Eu corri pra suar,
Pra ficar ofegante.
Eu corri pra chorar
Sem ninguém perceber.
Não corri pra lutar,
Quis ficar mais distante.
Eu corri pra escapar
Sem ninguém perceber.
quarta-feira, 24 de março de 2010
INCOMPLETO
Eu sonhei.
E acordei mais molhado que estou
depois da chuva que cai meio tom,
que cai de lado, pra esquerda, aonde vou.
Olho pra lá onde Lá é bemol,
quero ficar bem mais perto do Sol,
onde ninguém sente a dor do vazio,
onde ninguém sente frio.
Acordei,
e me senti mais cansado que estou,
sentei de lado onde o vaso caiu.
Juntei com a mão todo o caco que restou,
fiquei calado e colei o que deu,
falei apenas que eu era seu.
Disse que a culpa está toda em mim,
mas que isso não era o fim.
- - - - - - - - - - - - -
À procura de um refrão e de mais versos,
de preferência uns riffs espertos.
E acordei mais molhado que estou
depois da chuva que cai meio tom,
que cai de lado, pra esquerda, aonde vou.
Olho pra lá onde Lá é bemol,
quero ficar bem mais perto do Sol,
onde ninguém sente a dor do vazio,
onde ninguém sente frio.
Acordei,
e me senti mais cansado que estou,
sentei de lado onde o vaso caiu.
Juntei com a mão todo o caco que restou,
fiquei calado e colei o que deu,
falei apenas que eu era seu.
Disse que a culpa está toda em mim,
mas que isso não era o fim.
- - - - - - - - - - - - -
À procura de um refrão e de mais versos,
de preferência uns riffs espertos.
sábado, 6 de março de 2010
QUEM É VOCÊ?
Celebrando que retomei os sonhos, um dos sonhos de outrora que mais gosto de cantar.
- - - - - - - - - - - - -
Mais uma noite se passou,
você ficou grudada em mim.
O mesmo sonho se repete sem parar,
me faz suar demais.
Não era nada quando você me encotrou,
agora eu sei quem você é.
Quem é você?
Máscaras e fantasias
eu coloquei depois tirei quando você mandou
Passei por dias difíceis
[foram difíceis mas eu aguentei]
Eu tive sonhos perdidos
[que não vão mais voltar]
Você roubou minha vida
[pegou, usou e depois jogou pra trás]
Eu me senti ofendido.
Saí de casa quando você me enfrenteou,
não teve tato.
Não percebeu que eu precisava descansar,
Agora eu sei quem você é.
Quem é você?
Faz parar a hemorragia,
onde eu sangrei você limpou quando você lambeu, é.
Passei por dias difíceis
[foram difíceis mas eu aguentei]
Eu tive sonhos perdidos
[que não vão mais voltar]
Você roubou minha vida
[pegou, usou e depois jogou pra trás]
Eu me senti ofendido.
- - - - - - - - - - - - -
Originalmente, começou assim:
Another day goes by and you don't seem to go away from my mind
The only dream I have is what I've dreamed last night
and then I wake up all sweat
I was a nobody when you found me alone,
but now I know who you are.
Who are you?
- - - - - - - - - - - - -
Gosto de como não mudou nada, enm a métrica na hora de cantar, nem o sentido, nem mesmo a forma de dizer.
Quer ouvir? Clica aqui.
- - - - - - - - - - - - -
Mais uma noite se passou,
você ficou grudada em mim.
O mesmo sonho se repete sem parar,
me faz suar demais.
Não era nada quando você me encotrou,
agora eu sei quem você é.
Quem é você?
Máscaras e fantasias
eu coloquei depois tirei quando você mandou
Passei por dias difíceis
[foram difíceis mas eu aguentei]
Eu tive sonhos perdidos
[que não vão mais voltar]
Você roubou minha vida
[pegou, usou e depois jogou pra trás]
Eu me senti ofendido.
Saí de casa quando você me enfrenteou,
não teve tato.
Não percebeu que eu precisava descansar,
Agora eu sei quem você é.
Quem é você?
Faz parar a hemorragia,
onde eu sangrei você limpou quando você lambeu, é.
Passei por dias difíceis
[foram difíceis mas eu aguentei]
Eu tive sonhos perdidos
[que não vão mais voltar]
Você roubou minha vida
[pegou, usou e depois jogou pra trás]
Eu me senti ofendido.
- - - - - - - - - - - - -
Originalmente, começou assim:
Another day goes by and you don't seem to go away from my mind
The only dream I have is what I've dreamed last night
and then I wake up all sweat
I was a nobody when you found me alone,
but now I know who you are.
Who are you?
- - - - - - - - - - - - -
Gosto de como não mudou nada, enm a métrica na hora de cantar, nem o sentido, nem mesmo a forma de dizer.
Quer ouvir? Clica aqui.
Marcadores:
english,
letras / lyrics,
pornodogs,
português
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
ÓRGÃO DAS CERTEZAS
Ouço com as orelhas
Ouço com os ouvidos
Ouço os barulhos
De uma porta abrindo
Vou sair pra dentro
Abre e vou saindo
Entro enquanto saio
Vejo enquanto saio
Eis que então vem vindo
O coração me bate
O coração violento
Me bate tão, tão forte
Me bate sem carinho
Bate forte na boca
Bate na boca do estômago
Bate na falta de um cérebro
Bate no ausente sentido
O cheiro sobe quente
Inebria a mente da gente
Textura sobe no dente
Um dedo sozinho não sente
Mas o estômago fica sentindo
Rasga e joga sal grosso
Tempera a carne do insosso
Sempre ele, chorando ou sorrindo
- - - - - - - - - - - - -
Apenas uma livre simples rápida impensada adaptação de um parágrafo.
- - - - - - - - - - - - -
Ouço com os ouvidos
Ouço os barulhos
De uma porta abrindo
Vou sair pra dentro
Abre e vou saindo
Entro enquanto saio
Vejo enquanto saio
Eis que então vem vindo
O coração me bate
O coração violento
Me bate tão, tão forte
Me bate sem carinho
Bate forte na boca
Bate na boca do estômago
Bate na falta de um cérebro
Bate no ausente sentido
O cheiro sobe quente
Inebria a mente da gente
Textura sobe no dente
Um dedo sozinho não sente
Mas o estômago fica sentindo
Rasga e joga sal grosso
Tempera a carne do insosso
Sempre ele, chorando ou sorrindo
- - - - - - - - - - - - -
Apenas uma livre simples rápida impensada adaptação de um parágrafo.
- - - - - - - - - - - - -
domingo, 26 de julho de 2009
ALTO FLAGELO
Acordou com raiva do mundo,
perdido, sim, contrariado.
Acordou com raiva, desnudo,
sabia o que era, coitado.
Despertou de sono profundo,
mas já sem ninguém ao seu lado
sentiu muita raiva de tudo,
passou todo o dia sentado.
Ter raiva de um mundo inteiro,
culpá-lo da insatisfação,
tardar em ser verdadeiro
e esperar nada em reação?
Todo tempo passa ligeiro,
nunca que passa é em vão!
Do tempo a gente é passageiro,
e dele não se tira perdão.
Ah!, não.
Sentir essa raiva viril,
sentir-se com tudo a perder,
sentir que o que tinha, partiu,
saber que o culpado é você...
Ver que o mundo lhe reagiu
aos atos que quis cometer,
ver o saldo do que feriu
com atos. Por fora, blasé.
Sentiu que ainda era tempo
e que a raiva lhe dava poder.
Pensou que se fosse correndo
alcançava de novo. O quê?
Pensou em ser tão violento,
provocou, mas ainda não vê:
provocou o próprio sofrimento
e chorou como quando bebê.
E chorou e se enervou lá do alto porque lá no alto e lá dentro sabia que a raiva que sentia era dele.
perdido, sim, contrariado.
Acordou com raiva, desnudo,
sabia o que era, coitado.
Despertou de sono profundo,
mas já sem ninguém ao seu lado
sentiu muita raiva de tudo,
passou todo o dia sentado.
Ter raiva de um mundo inteiro,
culpá-lo da insatisfação,
tardar em ser verdadeiro
e esperar nada em reação?
Todo tempo passa ligeiro,
nunca que passa é em vão!
Do tempo a gente é passageiro,
e dele não se tira perdão.
Ah!, não.
Sentir essa raiva viril,
sentir-se com tudo a perder,
sentir que o que tinha, partiu,
saber que o culpado é você...
Ver que o mundo lhe reagiu
aos atos que quis cometer,
ver o saldo do que feriu
com atos. Por fora, blasé.
Sentiu que ainda era tempo
e que a raiva lhe dava poder.
Pensou que se fosse correndo
alcançava de novo. O quê?
Pensou em ser tão violento,
provocou, mas ainda não vê:
provocou o próprio sofrimento
e chorou como quando bebê.
E chorou e se enervou lá do alto porque lá no alto e lá dentro sabia que a raiva que sentia era dele.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
DE UM QUANDO E NÃO ONDE
A falta de olhares não esconde
O que olhos alheios só vêem
Nós somos de um quando, não onde,
Até quando viver em porém?
A falta de excusas responde
Perguntas não brotam do além
Que a névoa persista e me ronde
Permita, no entanto, um que vem.
Estou ou sou tão diferente
Pois sou paciente demais
Creio estar mais conseqüente.
Se a presente ausência me traz,
A mim, que sou tão exigente,
Do que a presença é capaz?
Nós somos de um quando, não onde
E a olhos alheios, porém,
Não poupa os olhares, não esconde,
Sou eu ou todos vocês vêem?
Que a falta de excusas me ronde,
Perguntas que brotam, que vêm
Névoa persistente, responde,
Permite, portanto, um além?
Estou ou sou mais conseqüente
Pois sou paciente demais
Creio estar tão diferente.
Se a presente ausência é capaz,
A mim, que sou tão exigente,
O que a presença me traz?
O que olhos alheios só vêem
Nós somos de um quando, não onde,
Até quando viver em porém?
A falta de excusas responde
Perguntas não brotam do além
Que a névoa persista e me ronde
Permita, no entanto, um que vem.
Estou ou sou tão diferente
Pois sou paciente demais
Creio estar mais conseqüente.
Se a presente ausência me traz,
A mim, que sou tão exigente,
Do que a presença é capaz?
Nós somos de um quando, não onde
E a olhos alheios, porém,
Não poupa os olhares, não esconde,
Sou eu ou todos vocês vêem?
Que a falta de excusas me ronde,
Perguntas que brotam, que vêm
Névoa persistente, responde,
Permite, portanto, um além?
Estou ou sou mais conseqüente
Pois sou paciente demais
Creio estar tão diferente.
Se a presente ausência é capaz,
A mim, que sou tão exigente,
O que a presença me traz?
domingo, 19 de julho de 2009
NUNCA!, um soneto
Nunca! E nunca, nunca, vezes três!
Tens que ver, é infinito, oposto
Assim sendo, digo e faço gosto
Nunca! E nunca, nunca, vezes três!
Tens que ver e me mostrar o rosto
E eu nunca mais farei o que te fez
Nunca, nunca, nada, um não cortês
Sobrancelha em riste, em lindo posto
Digas mais que nunca é proibido
Faz-me repetir o que te conduz
Até que insistente faz sentido
Se nunca é proibido, então é luz
Faça o que quiser, nunca impedido
E nunca ao que sinto me reduz
Tens que ver, é infinito, oposto
Assim sendo, digo e faço gosto
Nunca! E nunca, nunca, vezes três!
Tens que ver e me mostrar o rosto
E eu nunca mais farei o que te fez
Nunca, nunca, nada, um não cortês
Sobrancelha em riste, em lindo posto
Digas mais que nunca é proibido
Faz-me repetir o que te conduz
Até que insistente faz sentido
Se nunca é proibido, então é luz
Faça o que quiser, nunca impedido
E nunca ao que sinto me reduz
sábado, 18 de julho de 2009
ESTUPRO
Eu posso te amar,
mas eu posso também deixar pra lá.
Eu posso te amar,
mas você precisa deixar.
Eu posso te comer
sem roupa na mesa do jantar.
Eu posso te estuprar,
mas aí você não pode deixar.
Fez tudo certo,
mas quem disse que eu gosto assim?
Prefiro o incerto ao que é bom pra mim.
mas eu posso também deixar pra lá.
Eu posso te amar,
mas você precisa deixar.
Eu posso te comer
sem roupa na mesa do jantar.
Eu posso te estuprar,
mas aí você não pode deixar.
Fez tudo certo,
mas quem disse que eu gosto assim?
Prefiro o incerto ao que é bom pra mim.
Marcadores:
letras / lyrics,
pornodogs,
português
sexta-feira, 17 de julho de 2009
SENTIDO ÚNICO
daquele que nunca fez
traio a ti com minha namorada
falo demais, tu ficas calada
calada a noite passa, recicla o dia
ciclo infinito, tristeza e alegria
profundo buraco de luz
insípida
só o odor de ti recordo e me dói
é bastante mas não basta
correnteza que arrasta e é mais
quando mais nunca foste, demais
é amarelo, é claro, é jamais.
estúpido
três dias não passam veloz
três noites sem ter sua voz
elevo-te toda à terceira...
a primeira, quatorze, a primeira
mais letras, a seta certeira
um autista que briga sem mais.
visível
é o que todos pra sempre veriam
como tu vês não esconderiam
se não têm vez, aguardariam
pela entrada no templo xadrez
e de lá nos trariam notícias
um postal, e então fictícias
tornariam-se fato concreto,
viveriam sob o mesmo teto,
refariam o que nunca se fez.
- - - - - - - - - - - - -
Inexorável em outras palavras: Asurdoníricos.
traio a ti com minha namorada
falo demais, tu ficas calada
calada a noite passa, recicla o dia
ciclo infinito, tristeza e alegria
profundo buraco de luz
insípida
só o odor de ti recordo e me dói
é bastante mas não basta
correnteza que arrasta e é mais
quando mais nunca foste, demais
é amarelo, é claro, é jamais.
estúpido
três dias não passam veloz
três noites sem ter sua voz
elevo-te toda à terceira...
a primeira, quatorze, a primeira
mais letras, a seta certeira
um autista que briga sem mais.
visível
é o que todos pra sempre veriam
como tu vês não esconderiam
se não têm vez, aguardariam
pela entrada no templo xadrez
e de lá nos trariam notícias
um postal, e então fictícias
tornariam-se fato concreto,
viveriam sob o mesmo teto,
refariam o que nunca se fez.
- - - - - - - - - - - - -
Inexorável em outras palavras: Asurdoníricos.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
HEY MÃE
Hey mãe, eu tenho um filho,
mas nunca, jamais, não conheci.
Já tem a minha idade,
disseram que parece com você -
se for tão depressivo,
deve conhecer o que vivi,
todos os anos que se foram.
Não dá pra voltar atrás, mas
quero te mostrar que sou capaz, mas
nunca tive tempo pra ser bom.
Hey mãe, aquele filho...
se tem a minha idade não é meu!
Estou apreensivo,
creio que de fato ele sou eu.
Com seu caráter duvidoso,
duvidou que já cresceu.
Pensa que ainda é muito novo,
já sorriu e já sofreu demais.
Deve duvidar que sou capaz, mas
só de olhar pra trás se arrependeu,
não quer mais saber do que passou.
Já passou, ficou prá trás.
Se já passou, não volta mais.
Um abraço seco, mudo e sem calor,
um abraço e um pedido de perdão.
mas nunca, jamais, não conheci.
Já tem a minha idade,
disseram que parece com você -
se for tão depressivo,
deve conhecer o que vivi,
todos os anos que se foram.
Não dá pra voltar atrás, mas
quero te mostrar que sou capaz, mas
nunca tive tempo pra ser bom.
Hey mãe, aquele filho...
se tem a minha idade não é meu!
Estou apreensivo,
creio que de fato ele sou eu.
Com seu caráter duvidoso,
duvidou que já cresceu.
Pensa que ainda é muito novo,
já sorriu e já sofreu demais.
Deve duvidar que sou capaz, mas
só de olhar pra trás se arrependeu,
não quer mais saber do que passou.
Já passou, ficou prá trás.
Se já passou, não volta mais.
Um abraço seco, mudo e sem calor,
um abraço e um pedido de perdão.
Marcadores:
letras / lyrics,
pornodogs,
português
terça-feira, 14 de julho de 2009
TENTAR ATÉ MORRER [HE COULDN'T FIND THE WAY]
Quinze anos e nada mais,
era apenas um jovem rapaz
que tenta algo que não se faz.
Fez mal, não pôde proceder.
Está sozinho na multidão,
muitos rostos, nenhuma afeição.
Lá no céu ou sentado no chão,
talvez não, mas pra mim é tudo igual.
Pra mim é tudo igual,
é igual pra mim.
Se passaram mais seis anos,
muitas noites e dias insanos.
Não mudaram os antigos planos:
tentar, tentar até morrer,
tentar até morrer,
até morrer!
Um corte vertical,
fundo e longitudinal,
lá do alto, um mortal,
belo salto sem sair do chão,
sem sair do chão,
tentar até morrer.
- - - - - - - - - - - - -
PORNODOGS tocam essa também. Mas originalmente, foi escrita assim:
HE COULDN'T FIND THE WAY
He was only ten plus five
When he did for the very first time
He tried to take away his own life
So hard, he couldn't find the way
He couldn't find the way
He couldn't find
Be alone in the middle of a crowd
Many faces, no friends around
In the sky or facing the ground
I may be wrong but sometimes it feels the same
Sometimes it feels the same
I know it feels
Now he's on his twenty first
Six years were not enough
He's gonna try that same old stuff
He's gonna try to take his life again
To take his life away
To take his life
- - - - - - - - - - - - -
E no clima suicídio e post casado, um sonho contado com o mesmo tema aqui.
- - - - - - - - - - - - -
era apenas um jovem rapaz
que tenta algo que não se faz.
Fez mal, não pôde proceder.
Está sozinho na multidão,
muitos rostos, nenhuma afeição.
Lá no céu ou sentado no chão,
talvez não, mas pra mim é tudo igual.
Pra mim é tudo igual,
é igual pra mim.
Se passaram mais seis anos,
muitas noites e dias insanos.
Não mudaram os antigos planos:
tentar, tentar até morrer,
tentar até morrer,
até morrer!
Um corte vertical,
fundo e longitudinal,
lá do alto, um mortal,
belo salto sem sair do chão,
sem sair do chão,
tentar até morrer.
- - - - - - - - - - - - -
PORNODOGS tocam essa também. Mas originalmente, foi escrita assim:
HE COULDN'T FIND THE WAY
He was only ten plus five
When he did for the very first time
He tried to take away his own life
So hard, he couldn't find the way
He couldn't find the way
He couldn't find
Be alone in the middle of a crowd
Many faces, no friends around
In the sky or facing the ground
I may be wrong but sometimes it feels the same
Sometimes it feels the same
I know it feels
Now he's on his twenty first
Six years were not enough
He's gonna try that same old stuff
He's gonna try to take his life again
To take his life away
To take his life
- - - - - - - - - - - - -
E no clima suicídio e post casado, um sonho contado com o mesmo tema aqui.
- - - - - - - - - - - - -
Marcadores:
english,
letras / lyrics,
pornodogs,
português
segunda-feira, 13 de julho de 2009
UMBIGO SEM SONHOS
Um pequeno cisco no olho de vidro que já não enxerga mais
Um pequeno odor compromete, incomoda demais
Um pequeno ruído no ouvido cansado que já não escuta mais
Um pequeno dia longo no umbigo que já não sonha mais
Que já não sonha mais
Um pequeno corte na pele que sangra, dói mas tanto faz
Um pequeno floco de neve derrete, desfaz
Um pequeno erro e o gosto desanda, já não satisfaz
Um pequeno dia longo no umbigo que já não sonha mais
Que já não sonha mais, não sonha mais
Não sonha mais
Sem hoje o ontem não teria amanhã, oh! não.
Sem continuação, o hoje não terá amanhã,
pra quê sonhar então?
- - - - - - - - - - - - -
Mais uma que os PORNODOGS tocam. Como não tenho mp3, uma conclusão evidente: precisamos gravar. É das minhas preferidas, dos sentidos pra variar.
De certa forma tem a ver com meus textos no outro blog, sobre sonhos.
- - - - - - - - - - - - -
Um pequeno odor compromete, incomoda demais
Um pequeno ruído no ouvido cansado que já não escuta mais
Um pequeno dia longo no umbigo que já não sonha mais
Que já não sonha mais
Um pequeno corte na pele que sangra, dói mas tanto faz
Um pequeno floco de neve derrete, desfaz
Um pequeno erro e o gosto desanda, já não satisfaz
Um pequeno dia longo no umbigo que já não sonha mais
Que já não sonha mais, não sonha mais
Não sonha mais
Sem hoje o ontem não teria amanhã, oh! não.
Sem continuação, o hoje não terá amanhã,
pra quê sonhar então?
- - - - - - - - - - - - -
Mais uma que os PORNODOGS tocam. Como não tenho mp3, uma conclusão evidente: precisamos gravar. É das minhas preferidas, dos sentidos pra variar.
De certa forma tem a ver com meus textos no outro blog, sobre sonhos.
- - - - - - - - - - - - -
Marcadores:
letras / lyrics,
pornodogs,
português
domingo, 12 de julho de 2009
NUNCA TE VI, SEMPRE TE AMEI
Meus amigos sempre me disseram
Ela é demais e você tem que conhecer
Nunca nos vimos, nunca nos falamos
ficou no ar um mistério de você
Não sei se corro atrás ou se te espero [sinto seu cheiro]
Se faço o tipo mudo e casual [te olho no espelho]
Mas se ficar parado eu desespero [procuro e não vejo]
Maldito instinto cego e anormal [um desejo imenso de encontrar]
todos falam com você e eu não
todos sabem como é e eu não
todos podem te encontrar e eu não, e eu não
falei uma vez por telefone
e me ponho agora a digitar
troco mensagens de amores
raiou o sol e ainda não dormi
Sem te conhecer eu nem procuro [sentindo seu cheiro]
Algo que te faça acreditar [te olhando no espelho]
Nunca tive planos pro futuro [procuro e não vejo]
Tudo leva sempre ao mesmo fim [um desejo imenso de encontrar]
todos falam com você e eu não
todos sabem como é e eu não
todos podem te encontrar e eu não, e eu não
Eu tenho um vício de você [eu não sei, eu não sei]
Nunca te vi, sempre te amei [eu não sei, eu não sei]
se tem um brilho ou se não tem [eu não sei, eu não sei]
são tantas coisas que eu não sei [eu não sei, eu não sei]
- - - - - - - - - - - - -
Mais PORNODOGS, essa quem canta os versos é o H., e eu os backings. No refrão inverte. Feita pra uma coisa, não pessoa.
Ela é demais e você tem que conhecer
Nunca nos vimos, nunca nos falamos
ficou no ar um mistério de você
Não sei se corro atrás ou se te espero [sinto seu cheiro]
Se faço o tipo mudo e casual [te olho no espelho]
Mas se ficar parado eu desespero [procuro e não vejo]
Maldito instinto cego e anormal [um desejo imenso de encontrar]
todos falam com você e eu não
todos sabem como é e eu não
todos podem te encontrar e eu não, e eu não
falei uma vez por telefone
e me ponho agora a digitar
troco mensagens de amores
raiou o sol e ainda não dormi
Sem te conhecer eu nem procuro [sentindo seu cheiro]
Algo que te faça acreditar [te olhando no espelho]
Nunca tive planos pro futuro [procuro e não vejo]
Tudo leva sempre ao mesmo fim [um desejo imenso de encontrar]
todos falam com você e eu não
todos sabem como é e eu não
todos podem te encontrar e eu não, e eu não
Eu tenho um vício de você [eu não sei, eu não sei]
Nunca te vi, sempre te amei [eu não sei, eu não sei]
se tem um brilho ou se não tem [eu não sei, eu não sei]
são tantas coisas que eu não sei [eu não sei, eu não sei]
- - - - - - - - - - - - -
Mais PORNODOGS, essa quem canta os versos é o H., e eu os backings. No refrão inverte. Feita pra uma coisa, não pessoa.
Marcadores:
letras / lyrics,
mp3,
pornodogs,
português
sábado, 11 de julho de 2009
TODO SILÊNCIO
Qualquer e todos nossos tempos,
se for convencimento não quero,
porque me faz mal,
é o oposto do incerto, é o correto, mas não natural.
Sentar, enxergar na folha o vento,
Cheirar um sentimento que é mero,
latente, é real.
Se um gosto são cores e um toque só faz passar mal,
de só querer bem.
De só, querer mais.
E só se sentir quando muitos te cercam em paz.
Todo silêncio é uma chance e um sinal,
todo silêncio é um começo e um final,
tudo em silêncio,
tolo em silêncio,
todo silêncio que é branco, é igual.
Todo silêncio que é chance, é mortal.
todo começo já traz um final?
tudo em silêncio,
tolo em silêncio,
todo silêncio que é branco, é igual.
- - - - - - - - - - - - -
se for convencimento não quero,
porque me faz mal,
é o oposto do incerto, é o correto, mas não natural.
Sentar, enxergar na folha o vento,
Cheirar um sentimento que é mero,
latente, é real.
Se um gosto são cores e um toque só faz passar mal,
de só querer bem.
De só, querer mais.
E só se sentir quando muitos te cercam em paz.
Todo silêncio é uma chance e um sinal,
todo silêncio é um começo e um final,
tudo em silêncio,
tolo em silêncio,
todo silêncio que é branco, é igual.
Todo silêncio que é chance, é mortal.
todo começo já traz um final?
tudo em silêncio,
tolo em silêncio,
todo silêncio que é branco, é igual.
- - - - - - - - - - - - -
domingo, 18 de janeiro de 2009
SOU NOIR
Como encarar o tempo depois do que foi?
Pois o tempo perdoa com razão,
no entanto não se esquece jamais.
Ser o rei de você,
ser o imenso prazer,
ser um frei que sofreu,
de pecados morrer.
Ser alguém que se impõe com os pés no chão
e devaneios tolos no ar.
Como enfrentar de frente o que dói? Te destrói...
Mas se o corpo resiste à provação,
a mente cresce e o homem se faz.
Ser o rei de você,
ser o imenso prazer,
ser um frei que sofreu,
de pecados morrer.
Ser alguém que se impõe com os pés no chão
e devaneios tolos no ar.
Ser alguém, sem ninguém sou noir.
- - - - - - - - - - - - -
Essa os PORNODOGS tocam, mas não nessa versão.
Pois o tempo perdoa com razão,
no entanto não se esquece jamais.
Ser o rei de você,
ser o imenso prazer,
ser um frei que sofreu,
de pecados morrer.
Ser alguém que se impõe com os pés no chão
e devaneios tolos no ar.
Como enfrentar de frente o que dói? Te destrói...
Mas se o corpo resiste à provação,
a mente cresce e o homem se faz.
Ser o rei de você,
ser o imenso prazer,
ser um frei que sofreu,
de pecados morrer.
Ser alguém que se impõe com os pés no chão
e devaneios tolos no ar.
Ser alguém, sem ninguém sou noir.
- - - - - - - - - - - - -
Essa os PORNODOGS tocam, mas não nessa versão.
Marcadores:
letras / lyrics,
mp3,
pornodogs,
português
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
SE FOR SEU
Não me dê tempo pra pensar
nem dê uma chance pra escolher.
Se for seu, se for eu não quero nada.
nem dê uma chance pra escolher.
Se for seu, se for eu não quero nada.
Assinar:
Postagens (Atom)